
Encontro com a escritora Colombe Schneck

De 22 a 23 Setembro 2026
A escritora, jornalista e realizadora francesa Colombe Schneck estará em Portugal, nos dias 22 (Porto) e 23 (Lisboa) de setembro, para dois encontros que cruzam literatura, autobiografia e questões sociais.
22.09.2026 – 15h – Faculdade de Letras do Porto – Sala de reunião 1
No dia 22 de setembro de 2026, numa nova colaboração ILC/APEF/IFP, a FLUP receberá Colombe Schneck, no âmbito do ciclo Sujets Sensibles (2), inaugurado em maio de 2026 com Tania de Montaigne.
23.09.2026 – 19h – Médiathèque de l’Institut français du Portugal – Lisboa
A Mediateca do Instituto Francês de Portugal tem o prazer de receber a escritora Colombe Schneck para um encontro excecional, no dia 23 de setembro, às 19h00.
Num diálogo com o público, a autora revisitará a sua obra, com especial destaque para a sua Trilogia de Paris, publicada em Portugal em 2025 pela editora Dom Quixote.
Através dos três textos que a compõem, Dezessete anos, A ternura do crawl e Duas pequenas burguesas, Colombe Schneck traça o retrato íntimo de uma geração de mulheres e explora, com grande subtileza, temas universais como o corpo, a memória, a amizade, os determinismos sociais, a liberdade e a construção da identidade.
Esta conversa será também uma oportunidade para refletir sobre as relações entre literatura e autobiografia, o poder emancipador da leitura, o lugar das mulheres nas nossas sociedades, bem como o papel da escrita na transmissão de experiências individuais que encontram eco no universal.
Entrada livre, sujeita à lotação da sala.
Colombe Schneck é uma jornalista, cineasta e escritora francesa. Nascida em 1966 numa família burguesa de judeus parisienses, estudou no Institut d’Études Politiques de Paris e na Université de Paris II, e trabalhou para vários meios de comunicação franceses. Realizou dois documentários em 1999 (Nucléaire, un si long silence e Quand je suis tombe dans la télévision), e duas longas-metragens para a Elzevir Productions e o canal Arte: Femmes sans enfant, femmes suspect, em 2014, e Vieux Amoureux, em 2015. É membro do coletivo 50/50, que defende a igualdade e a diversidade no cinema e no audiovisual.
Autora de mais de uma dezena de livros de ficção e não-ficção, recebeu os prémios Madame Figaro e da Sociedade de Escritores Franceses, além de ter sido finalista dos prémios Renaudot, Femina e Interallié. É também bolseira da Villa Medicis, em Roma, e do Institut Français, bem como de uma subvenção Stendhal, que permite a escritores franceses fazer investigação e residências de escrita no estrangeiro.

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