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Trienal de Arquitectura de Lisboa

De 1 Outubro a 4 Dezembro 2022
Lisboa

A Trienal de Arquitectura de Lisboa desenha e produz diferentes iniciativas de forma regular e a cada três anos organiza um grande fórum de debate, reflexão e divulgação que cruza fronteiras disciplinares e geográficas.

A Trienal 2022 tem por título Terra. A equipa curatorial conta, entre outros, Cristina Veríssimo e Diogo Burnay. Nesta edição, podem encontrar diferentes projetos franceses incluídos nas exposições, assim que uma performance.

 

Projeto Salvage de Bellastock no âmbito da exposição Ciclos – Instalação vídeo

Bellastock trabalha para aumentar o valor dos lugares e dos seus recursos propondo alternativas ao acto de construir.
A estrutura, empenhada na transição ecológica, tem vindo a desenvolver desde 2012 uma experiência pioneira em França sobre a reutilização de materiais de construção, e uma reflexão mais global sobre o urbanismo de transição.

 

Projecto Les traces (in)visibles du paysage do Collectif (in)visible (Gaspard Basnier, Léo Diehl-Carboni e Lawan-Kila Toe, École nationale supérieure d’architecture de Versailles com Susanne Stacher como professora) no âmbito da exposição Ciclos – Instalação, modelos, fotografias, gráficos, desenhos

Esta investigação questiona os vestígios (in)visíveis da extracção de “materiais” de construção e o seu impacto na paisagem. A arquitectura pode ser definida tanto como uma força aditiva – construir, desenvolver, estruturar – como uma força subtractiva – escavar, demolir, consumir. A concepção de um detalhe técnico pode ter um impacto invisível e visível num conjunto de paisagens, seres humanos e não humanos. A escolha dos materiais de construção e a sua aplicação deve, por conseguinte, ser questionada. O exemplo da proliferação de habitações suburbanas na periferia das cidades é eloquente a este respeito. O contra-modelo arquitectónico proposto – uma casa unifamiliar feita com recursos locais – questiona fundamentalmente a relação com o território e com os materiais, bem como a natureza do espaço habitado. Uma exploração imersiva levou-nos ao coração dos processos de construção e transformação do solo e subsolo.

 

Projeto Tapis Rouge de Eva Studio no âmbito da exposição Retroactivar – Instalação vídeo, modelos 3D, material gráfico

O trabalho do Eva Studio baseia-se na investigação do contexto de um projecto numa perspectiva cultural, que engloba a língua local, hábitos diários, tecnologia disponível localmente e onde a interacção de traços locais se desenvolve em padrões que definem a identidade de um lugar.

 

Projeto Auroville de Roger Anger, no âmbito da exposição Visionarios – Fotografia, vídeo, objetos, design gráfico

Roger Anger (1923 – 2008) é um arquitecto francês mais conhecido pelo seu trabalho em Auroville, uma cidade experimental criada por Mirra Alfassa no Sul da Índia. Colaborou também com Pierre Puccinelli em Grenoble, na Ilha Verde.
Escultor, artista, arquitecto, urbanista, pôs os seus talentos ao serviço do espaço utópico que é Auroville: um lugar na terra que não poderia ser reclamado ou possuído por qualquer nação, mas onde pessoas de todo o mundo poderiam viver livremente e em paz.

 

Performance Three Parties in Wonderland de Fani Kostourou, John Bingham-Hall, Pablo Castillo Luna, Ernesto Ibáñez Galindo, Héctor Suárez, no âmbito da exposição Multiplicidade

Como pode a festa revelar e transformar as nossas práticas corporais no espaço público urbano? Numa cenografia inspirada na pista de dança, intervenções performativas e experiências festivas exploram o movimento na cidade convidando à participação imersiva do público, no contexto da exposição Multiplicidade.

Arquitetura