
Colmatar as fugas

No dia 30 de abril a mediateca propõe uma reflexão sobre o tema da desinformação na arte através de uma performance que será seguida de uma conversa com Jean-Michel Albert.
Christian Lefevre apresenta aqui uma performance intitulada «colmatar as fugas», que aborda as disfunções; é o momento em que o discurso oficial revela as suas limitações e a sua duplicidade, em que as certezas se desvanecem. Os marcos foram arrancados, foram deslocados e, quando a verdade surge de uma grande convulsão, ficamos sem pontos de referência. Nada foi previsto, mas apenas a fuga para a frente permite manter uma certa coesão.
Christian Lefèvre nasceu em Orléans em 1957, tendo a sua família-se mudado posteriormente para a região parisiense. Desde então, tem lecionado no ensino secundário. Paralelamente, expôs em galerias, centros culturais e museus em França e no estrangeiro. Interessou-se igualmente pelo espaço urbano, trabalhando em vários edifícios públicos e privados. As suas obras fazem parte de coleções públicas. Participou na direção de uma galeria associativa, a Galerie du Haut Pavé, em Paris. Tendo descoberto Portugal graças à sua mulher, vive atualmente metade do ano em Caxias.
Pudemos ver o seu trabalho no mês passado, apresentado na galeria Oficina Impossível pela associação ALPHA.

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