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SUMMARY:Exposição de Michel Bassompierre
DESCRIPTION:Depois de cidades como Nova Iorque\, Mónaco\, Paris e Bruxelas\, a obra de Michel Bassompierre chega\, pela primeira vez\, a Portugal. A partir de 30 de junho\, data em que o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais assinala 18 anos de atividade\, Bragança acolhe uma exposição organizada em dois núcleos complementares\, com esculturas no espaço público e\, no interior do Centro\, um percurso representativo da obra e do processo criativo do artista francês. \nRealizada poucas semanas após o falecimento de Michel Bassompierre\, a exposição testemunha a vitalidade de uma obra que continua a percorrer o mundo e a afirmar uma mensagem de valorização e defesa da vida e do mundo natural. \nPromovida pelo Município de Bragança\, a iniciativa conta com o mecenato de Cristina e Jacques Bigand (Adao Grupo). \n  \n\nCENTRO DE ARTE CONTEMPORÂNEA GRAÇA MORAIS REVELA OS BASTIDORES DO PROCESSO CRIATIVO DE MICHEL BASSOMPIERRE\nDE 30 DE JUNHO A 18 DE OUTUBRO DE 2026\nA inaugurar na data em que o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais celebra o seu 18.º aniversário\, a exposição temporária proporciona uma aproximação inédita à intimidade do processo criativo de uma das grandes figuras da escultura contemporânea. \nO percurso revela as diferentes etapas do trabalho de Michel Bassompierre\, desde os desenhos preparatórios e as maquetas em barro\, até à fundição das esculturas em bronze. \nPela primeira vez fora do ateliê do artista\, serão apresentadas ao público várias obras originais em barro e gesso. A exposição reúne ainda um conjunto significativo de esculturas em bronze\, mármore e alabastro\, representativo da diversidade da “Arca” de Michel Bassompierre\, onde além ursos e gorilas\, habitam elefantes\, cavalos e outras espécies. \nEntre as obras apresentadas encontra-se “L’Empereur”\, uma escultura de um pinguim-imperador criada para uma exposição no Museu Oceanográfico do Mónaco e agora exibida numa impressionante versão em bronze polido\, com acabamento espelhado. \nO percurso integra igualmente uma obra particularmente rara na produção do artista: “Amazone n.º 2”\, onde sobre o dorso de um cavalo\, marcado por uma força ancestral\, repousa uma jovem mulher nua\, numa relação de absoluta confiança. Entre a suavidade das curvas e a imponência dos volumes\, estabelece-se um diálogo no qual o ser humano e o animal parecem formar uma única entidade. \nNesta obra\, a força não representa domínio\, mas proteção. A escultura convida a contemplar a profunda proximidade que pode existir entre o ser humano e o animal\, um tema central no trabalho de Michel Bassompierre\, numa composição marcada pela serenidade e pela poesia. \n\n  \nUMA EXPOSIÇÃO DIVIDIDA PARA DESCOBRIR UM UNIVERSO INTEIRO\nSETE ESCULTURAS OCUPAM O CORAÇÃO DA CIDADE\nDE 30 DE JUNHO DE 2026 A 31 DE JANEIRO DE 2027\nSete esculturas\, algumas com três metros de altura\, estão instaladas em diferentes espaços públicos de Bragança: junto às muralhas e no interior do Castelo\, na Praça do Município\, na Praça da Sé\, na Praça do Professor Cavaleiro de Ferreira\, nas margens do Rio Fervença e no jardim do Museu do Abade de Baçal. Este último abriga uma das principais obras do artista: “Le Miel N.º 5”\, uma imponente escultura em bronze que retrata um urso pardo a lamber uma das patas. \nA exposição ao ar livre convida residentes e visitantes a um encontro próximo e imersivo com os animais que marcaram profundamente a obra de Michel Bassompierre. \nUrsos-polares\, ursos-pardos e um gorila dão corpo à força e à beleza do mundo natural\, mas também à sua vulnerabilidade\, assumindo-se como símbolos das espécies ameaçadas de extinção. \n  \nMICHEL BASSOMPIERRE: O ESCULTOR DA DOÇURA ANIMAL. 1948 – 2026 \nNascido em Paris\, em 1948\, Michel Bassompierre foi distinguido como Cavaleiro da Legião de Honra\, em 2026\, e como Oficial da Ordem das Artes e das Letras\, em 2025\, duas das mais importantes distinções atribuídas pelo Estado francês. \nConsiderado uma das principais figuras da escultura animalista contemporânea\, conferiu a esta disciplina uma linguagem singular e inovadora\, imediatamente reconhecível. \nA sua obra percorreu o mundo\, levando a diferentes cidades e continentes um vasto bestiário esculpido em mármore e bronze. \nFormado na Escola de Belas-Artes de Rouen\, Michel Bassompierre desenvolveu uma profunda capacidade de observação. Através dos milhares de esboços que realizou\, construiu uma compreensão rigorosa do corpo animal\, da sua estrutura\, das suas linhas e dos seus movimentos\, eliminando o acessório para se concentrar no essencial. \nPrivilegiando animais de formas arredondadas\, como ursos\, gorilas\, elefantes-asiáticos e cavalos\, desenvolveu uma linguagem formal simultaneamente delicada e precisa\, assente no equilíbrio entre volumes\, luz e sombra. \nA sua abordagem ao mundo animal exclui qualquer forma de antropomorfismo. Nas suas esculturas\, o animal apresenta-se tal como é: sereno\, magnético e imponente. \nMichel Bassompierre faleceu a 21 de abril de 2026\, aos 78 anos. \n 
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LOCATION:Centro de Arte Contemporânea Graça Morais\, R. Abílio Beça 105\, Bragança\, 5300-011\, Portugal
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SUMMARY:Céleste Boursier-Mougenot: from here to ear
DESCRIPTION:Para esta que é a sua primeira exposição em Portugal\, o artista francês Céleste Boursier-Mougenot apresenta uma das suas obras mais icónicas: from here to ear v.26. Enquanto compositor\, Céleste Boursier-Mougenot organiza estruturas sonoras no espaço como se fossem partituras físicas\, trazendo a sua música naturalmente para o campo da arte contemporânea. Cria as condições para uma composição musical permanente que é\, simultaneamente\, aleatória e perfeitamente controlada. \nNesta obra\, os visitantes são convidados a percorrer uma sala preenchida por vinte guitarras elétricas tocadas por intérpretes pouco usuais: diamantes-mandarim – pequenas aves que pousam livremente sobre os instrumentos. Mais do que uma simples instalação sonora\, a peça constitui\, sobretudo\, um desafio para alinharmos a nossa perceção\, os nossos movimentos e o nosso comportamento com os destes intérpretes alados. Dois mundos\, num único espaço\, unem-se nas ressonâncias de uma música que nunca cessa de se desenrolar. \nAs cem aves diamante‑mandarim que integram a instalação foram criadas em Portugal por um criador especializado. Espécie originária da Austrália\, o diamante‑mandarim foi escolhido pela sua natureza altamente sociável e pela sua ampla e rápida capacidade de adaptação a novos contextos. O grupo é composto por cinquenta machos e cinquenta fêmeas que observarão um período de habituação ao espaço e às suas condições antes da abertura ao público. \nAo longo de todo o período expositivo\, o ambiente da instalação é cuidadosamente controlado. As condições de bem‑estar e de higiene são asseguradas diariamente por uma equipa especializada\, responsável pela alimentação\, limpeza e monitorização da saúde das aves. A apresentação cumpre todas as exigências legais e regulamentares aplicáveis a este tipo de projeto\, de acordo com as orientações das autoridades competentes. No final da exposição\, as aves regressarão às instalações do criador de origem\, assegurando a continuidade das suas condições de vida adequadas. \n  \n 
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SUMMARY:Grande Retrospectiva Agnès Varda
DESCRIPTION:Este Verão vai trazer-nos as muitas praias de Agnès\, todo o maravilhoso cinema de Agnès Varda (1928-2019)\, na maior retrospectiva da cineasta levada a cabo em Portugal. \nVarda foi uma mulher e uma artista com uma curiosidade sem igual e uma imensa liberdade\, precursora da Nouvelle Vague e uma das poucas da sua geração a fazer carreira como realizadora. Prolífica e infatigável\, generosa e versátil\, visionária\, filmava e estava ao mesmo tempo dentro dos seus filmes\, e ao longo de seis décadas\, com o seu olhar único\, fez obras de uma grande originalidade\, reinventando o cinema e acabando por se tornar um ícone\, cuja obra continua a influenciar novas gerações de cineastas e artistas. \nRecebeu vários prémios\, entre eles o Louis Delluc e os Cesars\, ou nos festivais de Cannes (onde seria também galardoada com uma Palma de Ouro honorária em 2015)\, Berlim e Locarno\, nos European Film Awards e\, em 2017\, um Óscar à sua carreira. \nA sua primeira longa\, La Pointe courte (1954)\, representou\, naquele tempo\, como a própria Agnès reconheceria\, a primeira manifestação de um fenómeno colectivo\, de um movimento que\, de qualquer forma\, teria de aparecer. Uma década mais tarde\, e depois de nos ter dados filmes icónicos como Cléo de 5 à 7 (1961)\, mudou-se\, com Jacques Demy\, o seu marido\, para LA\, e aí viveriam vários anos. Enquanto Paris começava a fervilhar com os acontecimentos do Maio de 68\, do outro lado do Atlântico\, Varda captava\, em algumas das suas obras mais marcantes do seu “período americano” como Black Panthers (1968) e Lions Love (… and Lies) (1969)\, a cultura hippie e a agitação das lutas políticas. \nJá de novo em França\, dar-nos-ia obras-primas como Sem Eira nem Beira (1985)\, Os Respigadores e a Respigadora (2000)\, ou As Praias de Agnès (2008). \nNesta operação conjunta entre a Leopardo Filmes e a Medeia Filmes\, veremos a partir de 30 de Julho\, e ao longo dos meses de Agosto e Setembro\, no cinema Medeia Nimas\, 36 filmes de Agnès Varda em novas cópias digitais restauradas: 20 longas-metragens (9 de ficção e 11 documentários)\, e 16 curtas\, entre os seus grandes títulos e várias pérolas reencontradas. \n  \n 
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LOCATION:Cinema Nimas\, Avenida 5 de Outubro 42\, Lisboa\, 1050-083\, Portugal
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SUMMARY:"La distance" de Tiago Rodrigues
DESCRIPTION:2077. Enquanto a humanidade luta para sobreviver\, assolada pela precariedade económica e pelas consequências das alterações climáticas\, parte da população vive exilada em Marte. A partir da Terra\, um pai esforça-se por manter uma relação com a filha que partiu para o Planeta Vermelho. La Distance é uma miniatura perdida na vastidão do cosmos. Através deste cenário distópico\, Tiago Rodrigues explora tanto as consequências das nossas escolhas como a possibilidade de comunicação entre gerações. O artista coloca frente a frente dois mundos e imagina o seu diálogo em órbita sob a forma de chamadas de muito\, muito longa distância. \n10 set 2026 – 21:00 \n11 set 2026 – 21:00 \n12 set 2026 – 19:00 \n13 set 2026 – 17:00 \n15 set 2026 – 21:00 \n16 set 2026 – 21:00 \n17 set 2026 – 21:00 \n18 set 2026 – 21:00 \n19 se  2026 – 19:00 \n20 set 2026 – 15:00 \n  \n 
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SUMMARY:Coreografias de Cooperação - Encontros profissionais
DESCRIPTION:Três encontros para profissionais no âmbito de uma estratégia de cooperação cultural entre França\, Espanha e Portugal\, com a curadoria da Materiais Diversos (MD) em colaboração com o Institut français du Portugal e em parceria com a Culturgest e Alkantara festival.\n  \nEsta iniciativa procura fortalecer ecossistemas artísticos vizinhos através da partilha de recursos\, conhecimentos e imaginários. \n  \n18 setembro 2026\, Culturgest\, Lisboa\n10:00—18:00 – Sala 2\nQuem pode partir para Marte?\nMobilidade\, instituições e futuros culturais\nEntrada livre\, mediante lotação e sujeita a inscrição via link. \nConcebido como uma conferência utópica\, este primeiro encontro\, coorganizado com a Culturgest\, usa a arte como um gatilho crítico para refletir sobre o presente e os possíveis futuros das instituições culturais europeias\, promovendo a imaginação estratégica e a cooperação a longo prazo. Tomando La Distance\, de Tiago Rodrigues\, como ponto de partida\, o encontro propõe um exercício coletivo de antecipação a partir de um mundo marcado pela precariedade\, pelas alterações climáticas e pela ideia de exílio para Marte\, deslocando o pensamento institucional das lógicas de imediatismo. \n— 10:30 – 10:40 (10’) — Breve abertura & boas-vindas\n— 10:40 – 11:00 (20’) — Keynote — Raquel Lima\n— 11:00 – 11:15 (15’) — Café / transição\n— 11:15 – 13:00 (1h45) — Conversa: Mobilidade\, produção e difusão ✴︎ Quem circula\, quem fica e como construir intercâmbios reais? Quem tem efetivamente a possibilidade de “partir para Marte” e quem permanece para gerir as consequências? \nEsta conversa propõe refletir sobre os regimes de mobilidade artística enquanto construções políticas\, económicas e coloniais\, interrogando quem tem acesso a financiamento\, redes\, vistos\, infra estruturas e capital simbólico\, e que corpos\, práticas e geografias continuam estruturalmente imobilizados. Mais do que pensar mobilidade como uma questão logística\, trata-se de discutir produção\, difusão e circulação de forma integrada\, sustentável e responsável\, questionando a centralidade persistente da Europa enquanto principal lugar de legitimação e propondo modelos de cooperação mais equilibrados\, bilaterais e comprometidos. O objetivo é contribuir para um ecossistema artístico mais diverso\, resiliente e justo\, onde a circulação se traduza em reciprocidade real e não apenas em inclusão discursiva. \nModeração — Ângela Guerreiro \n\nCatherine Faudry — Conselheira para a Dança contemporânea no Institut français – Paris (FR)\nFrancisca Carneiro Fernandes — Gestora cultural e presidente da Pearle (PT)\nJavier Cuevas — Diretor Artístico La Caldera\, Barcelona (ES)\nPaz Santa Cecilia Aristu — Diretora-Geral do Instituto Nacional das Artes Cénicas e da Música (INAEM) Ministério da Cultura de Espanha (ES)\, Ministério da Cultura de Espanha\n\n— 15:00 – 16:45 (1H45) — Conversa: O que significa ser uma instituição cultural na Europa hoje? ✴︎ Política pública\, economia e responsabilidade institucional \nNum contexto europeu marcado por austeridade orçamental\, precarização do trabalho cultural\, urgência climática e crescente pressão para captação de recursos próprios\, esta conversa propõe refletir sobre o que significa hoje programar e sustentar uma instituição cultural com autonomia artística e responsabilidade pública. Entre modelos de financiamento\, dependências económicas\, exigências de visibilidade e lógicas de mercado\, o encontro interroga como redistribuir risco e recursos de forma mais equitativa\, repensando a relação entre “grande forma”\, circulação internacional e sustentabilidade. Inspirada por La Distance\, de Tiago Rodrigues\, a conversa abordará também questões de mobilidade\, privilégio e acesso\, procurando imaginar modelos institucionais mais cooperativos\, transparentes e ecologicamente responsáveis\, capazes de articular escala\, cuidado\, viabilidade financeira e liberdade artística. \nModeração — Cristina Planas Leitão \n\nAmérico Rodrigues — Diretor-Geral das Artes (PT)\nAnne-Cécile Sibué — Diretora adjunta ONDA (FR)\nLeticia Martín Ruiz — Diretora Artística festival GREC\, Barcelona (ES)\nTiago Guedes — Diretor da Maison de la Danse e Diretor artístico da Biennale de la Danse (FR/PT)\n\n— 16:45 – 17:00 (15’) — Pausa\n— 17:00 – 17:45 (45’) — Notas para continuar com Raquel Lima \nINSCREVER-SE \n  \n23 e 24 de outubro — seminário FUTURΛ\, em Minde\, durante o fim de semana materiais adversos\nDirigido a programadores\, artistas e agentes culturais\, o seminário propõe um espaço de escuta\, pensamento crítico e experimentação\, respondendo à necessidade urgente de repensar a curadoria na atualidade. A partir de uma perspetiva feminista interseccional\, reúne profissionais das artes performativas num encontro dedicado à curadoria enquanto prática artística\, política e social. \nAo longo de dois dias\, exploraremos de que forma a convergência entre processos artísticos\, investigação baseada na prática (practice-based research) e pedagogias experimentais pode fomentar uma abordagem situada e contextualizada tanto das práticas artísticas como das práticas curatoriais\, convidando simultaneamente à reconfiguração das relações entre artistas\, programadores\, produtores e públicos\, assente na solidariedade\, no cuidado e na reciprocidade. \nNa sua primeira edição\, o fim de semana materiais adversos surge do desejo de sustentar uma presença artística contínua na região entre as edições do festival materiais diversos (bienal)\, reunindo 10 artistas baseados em Portugal para uma residência de investigação de 10 dias que culmina em partilhas abertas e encontros com comunidades locais e profissionais internacionais. Neste enquadramento\, FUTURΛ é um convite à reinvenção das práticas curatoriais: um espaço de aprendizagem entre pares para imaginar futuros possíveis com coragem\, cuidado e abertura ao que ainda não tem nome. \nSABER MAIS \n  \nNovembro\, data a definir — em Lisboa no Alkantara Festival\nO terceiro encontro\, realizado no âmbito do Festival Alkantara\, analisa a circulação artística\, explorando os festivais como infraestruturas estratégicas para a visibilidade\, a criação de valor\, uma distribuição mais justa de recursos e a cooperação internacional sustentável. \n  \n 
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SUMMARY:Encontro com a escritora Colombe Schneck
DESCRIPTION:A escritora\, jornalista e realizadora francesa Colombe Schneck estará em Portugal\, nos dias 22 (Porto) e 23 (Lisboa) de setembro\, para dois encontros que cruzam literatura\, autobiografia e questões sociais.\n  \n22.09.2026 – Faculdade de Letras do Porto – Sala de reunião 1\nNo dia 22 de setembro de 2026\, numa nova colaboração ILC/APEF/IFP\, a FLUP receberá Colombe Schneck\, no âmbito do ciclo Sujets Sensibles (2)\, inaugurado em maio de 2026 com Tania de Montaigne. \nSaber mais \n  \n23.09.2026 – 19h – Médiathèque de l’Institut français du Portugal – Lisboa\nA Mediateca do Instituto Francês de Portugal tem o prazer de receber a escritora Colombe Schneck para um encontro excecional\, no dia 23 de setembro\, às 19h00. \nNum diálogo com o público\, a autora revisitará a sua obra\, com especial destaque para a sua Trilogia de Paris\, publicada em Portugal em 2025 pela editora Dom Quixote. \nAtravés dos três textos que a compõem\, Dezessete anos\, A ternura do crawl e Duas pequenas burguesas\, Colombe Schneck traça o retrato íntimo de uma geração de mulheres e explora\, com grande subtileza\, temas universais como o corpo\, a memória\, a amizade\, os determinismos sociais\, a liberdade e a construção da identidade. \nEsta conversa será também uma oportunidade para refletir sobre as relações entre literatura e autobiografia\, o poder emancipador da leitura\, o lugar das mulheres nas nossas sociedades\, bem como o papel da escrita na transmissão de experiências individuais que encontram eco no universal. \nEntrada livre\, sujeita à lotação da sala. \nSaber mais \n  \n 
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