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CICLO CINEMAS DO MUNDO | LE CHAOS

  • Cinema

23/02/2012 (19:00)

CICLO CINEMAS DO MUNDO

Quinta-feira 23 Fevereiro | 19h00
LE CHAOS de Khaled Youssef e Youssef Chahine

França, Egipto - 2007 - 2h02

Entrada Livre. Filme legendado em português.


COM: Youssef El Sherif, Hala Fakher, Hala Sedky, Khaled Saleh, Mena Shalaby
ARGUMENTO: Nasser Abdel Rahman
FOTOGRAFIA: Ramses Marzouk
SOM: Mostafa Aly
MÚSICA: Yasser Abdel-Rahman
MONTAGEM: Ghada Ezzdine, Dominique Hennequin
PRODUÇÃO: 3B Productions
ORIGEM: França, Egipto
ESTREIA EM FRANÇA: 2007


Presença em festivais
Mostra de Veneza (2007); Festival Internacional de Cinema de Toronto (2007); Festival Internacional de Cinema de Hong Kong (2007); Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro (2007).

Sinopse
Amores, corrupção e política num bairro cosmopolita do Cairo. O célebre autor de Gare centrale e Alexandrie pourquoi? assina um melodrama à antiga para denunciar os eternos abismos da alma humana e as aberrações de um país flamejante e de enormes contrastes sociais que ele ama acima de tudo, o Egipto.

O Realizador
Chahine foi o mais conhecido dos realizadores egípcios e esse reconhecimento internacional veio logo desde o segundo filme que realizou, Le Fils du Nil, no longínquo ano de 1951 quando foi apresentado no Festival de Cannes. Centrado sempre no Egipto mas com um discurso universalista e livre, Chahine apresentou na sua filmografia obras-primas como Gare Centrale, de 1958, La Terre, de 1969 ou Le Moineau, de 1973. Seguiu-se uma trilogia dedicada à sua cidade natal: Alexandrie pourquoi?, em 1978, La Mémoire, cinco anos mais tarde, e Alexandrie encore et toujours, em 1989. Outro dos seus grandes filmes, libelo contra o fundamentalismo religioso, foi O Destino, de 1998. O decano co-assinou Le Chaos, a sua última obra antes de morrer, com Khaled Youssef, que se estreou na realização depois de ter sido argumentista de vários dos filmes de Chahine.

Sobre o filme
É que Youssef Chahine, o grande mestre do cinema egípcio, volta ao seu gosto pelo melodrama popular cheio de lances emotivos e à inquebrantável rebeldia que fizeram dele um dos mais singulares cineastas norte-africanos das últimas seis décadas. (…) O realizador desarma-nos pela energia com que leva avante a narrativa e a denúncia.
Jorge Leitão Ramos in Expresso

Eis Le Chaos, que belo título; um filme síntese, um filme testamento, um filme sublime. Eis o caos.
Jean Roy in L’Humanité

Ver o programa completo do ciclo em PDF

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